Eles já fazem parte da nossa família, alegram a casa, são amorosos e nos diverte; é impossível não se apaixonar pelos animais de estimação. Porém, quando estamos próximos de ter outro filho, normalmente, ficamos preocupados, sobretudo por conta das doenças respiratórias ou como nosso bebê peludo vai reagir com a nova pessoinha.

Mas não precisa se preocupar, é possível que os dois convivam bem, é necessário apenas alguns cuidados. Vou falar nesse texto sobre tais cuidados com cães e gatos, porque são os animais domésticos mais comuns que temos.

A pergunta que não quer calar: como conviver em família, com cão e gato, com a chegada de um recém-nascido?

Os especialistas sempre recomendam calma no momento de apresentar para os nossos peludos, o seu novo irmãozinho. Pois, antes eles eram os únicos pequenos da casa, então, podem ficar enciumados ou se sentindo abandonados com a chegada do bebê.

É importante que os pais sempre acompanhem de perto o animal e o bebê se aproximando, principalmente nos primeiros meses.

Bebê e o animal: aproximação gradual

Se você deseja que seus dois filhos convivam bem, é importante se atentar sobre algumas questões, principalmente com relação à saúde do seu bebê.

É preciso nos atentarmos se o nosso bichinho é calmo ou se ele é bruto ao brincar, com a possibilidade de acidentalmente machucar o bebê. Observar se há algo que deixe o pet agressivo, significa estar sempre atento ao comportamento dele; quanto mais observarmos nosso bebê peludo, mais poderemos notar possíveis mudanças de comportamento quando eles conviverem junto ao seu novo irmãozinho.

Os especialistas sempre recomendam que a melhor forma de apresentar os nossos pequenos aos peludos é com o bebê no nosso colo. Dessa forma, caso o animal tenha alguma reação que representa perigo ao bebê, podemos protegê-lo. Permite que o pet vá se aproximando aos poucos. Se for um cachorro, por exemplo, vai farejar o bebê para conhecer o terreno – risos.

Se nesse primeiro momento, o animal foi tranquilo, deixe-os próximos por alguns minutos, mas nunca deixe o animal dentro do berço ou com o bebê no carrinho, e muito menos sozinhos juntos! Esteja sempre de olho neles.

Outra dica muito importante é ficar atenta e observar como o animal reage quando o bebê chora. Se o pet fica nervoso quando isso acontece ou se ele tenta acalmar a criança e fica preocupado.

Também não é recomendado que os peludos fiquem nos mesmos cômodos que o bebê come e dorme. Se você vai deixar seu bebê tocar no pet, não se esqueça de sempre lavar as mãos dos bebê, após ter contato com o bichinho, já que os bebês estão sempre colocando as mãos na boca.

Após os seis meses de idade, quando o bebê consegue agarrar as coisas com mais força, ele irá querer agarrar o peludinho que tem como amigo. Você não precisa proibir os dois de brincarem, até porque, após o primeiro ano, o pet será uma ótima alternativa de distração para o seu pequeno e eles irão se divertir muito juntos. No entanto, fique atenta, pois o seu baby pode agarrar com força e sem querer puxar os pelos e machucar o animal.

O benefício de ter um pet em casa

Os especialistas em felicidade recomendam que ter um animal em casa, principalmente cachorro, por ser dócil e amoroso, é algo bom. Outro benefício é que  também ajuda a aumentar a imunidade da criança, pois os próprios bichinhos ajudam a criança criar anticorpos contra a asma e doenças respiratórias, apesar de muita gente sempre pensar o contrário.

Obviamente, cada organismo é único, por isso é importante saber se o bebê é vulnerável a outras doenças causadas por pelos dos animais como: dermatite, rinite alérgica ou conjuntivite.

Logo, devemos seguir sempre as recomendações do pediatra, ir às consultas periodicamente e, como compartilhamos anteriormente, aproximá-los gradualmente, podendo, assim, observar se o bebê irá desenvolver alguma reação alérgica ou mesmo ter dificuldades de convívio com o pet.

Caso seu bebê apresente alguma reação, é muito importante consultar o médico de imediato. Porém, se não apresentar nada, deixe-os serem amigos, aumentando o tempo que passam juntos aos pouquinhos.

No entanto, vale repetir ser importante cada um ter o seu espaço, mesmo com os momentos juntos brincando, principalmente nos três primeiros anos. E, durante esse período, ensine o seu filho a respeitar, conviver e compartilhar momentos com os nossos pequenos peludos.


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